Como Nolan operou um milagre nos cinemas
Apesar da turma do contra não gostar, eu ainda me mantenho firme na minha escolha para o Batman como uma das melhores trilogias do cinema moderno!
Por isso quero lhes indicar esta matéria analítica com uma crítica muito positiva que vem de encontro com o que sempre achei da produção de Batman nos cinemas! O início desta matéria no Portal Popé exatamente este:
Entre 1997, lançamento de “Batman e Robin”, e o início dos anos 2000, muitas ideias para um novo “Batman” foram levantadas e acabaram caindo em esquecimento. Até que a Warner resolveu colocar à frente da produção um jovem diretor chamado Christopher Nolan, que havia chamado bastante atenção para si depois de ter filmado “Amnésia”, um dos grandes filmes dos anos 2000. Claro que ele começou meio desacreditado. O histórico de filmes-do-batman não era muito animador. Ainda que os quatro longas anteriores tenham lá seus méritos, o resultado geral era meio duvidoso. Aí Nolan escalou o relativamente desconhecido Christian Bale para vestir o manto do morcego. As pessoas que tinham visto apenas “Reino de Fogo” já ficaram preocupadas (mas era um alívio saber que ele ao menos malhava). As que tinham visto “Psicopata Americano” e “Equilibrium” sabiam que ele tinha alguns truques sob a manga – isso para nem falar em “O Operário”.
Muito bom né? Então clique e continue lendo essa matéria divida em 4 partes na íntegra!








































